Postagens

Mostrando postagens de 2008

O NOSSO INFANTIL!

Olá Queridos! Este é um texto que foi escrito baseado em experiências que vivenciei com a Mayra em um Parquinho ao lado do Cemitério Cachoeirinha!
O NOSSO infantil!Em uma balança de um parque, parque esse que oniricamente faz parte da vida de uma amiga, foi onde comecei a retornar aos acontecimentos da minha infância nesse lugar e a congregar essas preciosas e poderosas lembranças.No começo foi um leve balançar, que foi se intensificando com o uso da minha força física e mental, lembranças foram me impulsionando a querer ir mais alto, logo, mais (pro)fundo, e o barulho constante pelo tempo de uso da balança foi me tomando, hoje com meu conhecimento alternativo (tipo, meu?!) posso afirmar se assemelhar a uma música da Bjork, e é impressionante como fazemos associações com o atual, no caso a música de Bjork se assemelha ao som da Balança, não é nem preciso divagar sobre que veio primeiro (ovo, galinha, ajudou?!), enfim, com o som fui entrando num transe, e com ele a companhia do medo da …

Transtornos alimentares.

Bia Cavalcante postando aqui.
Bom, há um tempo atrás eu recebi uma carta que me emocionou muito. Que, na minha opinião, é cheia de inteligência sem perder humanidade. E eu gostaria muito de compartilhá-la com vocês, então...

"Não estou aqui para confessar tudo e contar sobre como foi horrível, que meu pai era mau, a minha mãe era má e algum garoto me chamou de balofa na terceira série, porque nada disso é verdade. Eu não vou repetir sem parar o quanto os transtornos alimentares "têm a ver com controle", porque todos já ouvimos isso. É uma palavra-chave, reduzida, categórica, uma forma organizada de amontoar as pessoas numa quarentena mental e dizer: Pronto. É isso. Transtornos alimentares "têm a ver com": sim, controle, e história, filosofia, sociedade, estranheza pessoal, problemas familiares, auto-erotismo, mitos, espelhos, amor e morte e sadomasoquismo, revistas e religião, os tropeções de um indivíduo de olhos vendados através de um mundo cada vez mais estra…
Iremos começar um novo processo no ano que vem.
Um estudo sobre 'Hamlet' e 'A Gaivota'.
E vamos tentar ter como foco questões sociais.

Eu coloco um texto aqui para todos nós.
São dois professores.
O de matemática e o de história.

Acho que tem um pouco a ver com o nosso novo processo.

"Foi servir-se de um café, voltou a sentar-se e, sossegadamente, estendeu o jornal em cima da mesa, disposto a inteirar-se do estado geral do mundo e do país. Depois de percorrer os títulos da primeira página e franzir o nariz a cada um deles, disse, Às vezes pergunto-me se a primeira culpa do desastre a que esse planeta chegou não terá sido nossa, disse, Nossa, de quem, minha, sua, perguntou Tertuliano Máximo Afonso, fazendo-se de interessado, mas confiando que a conversa, mesmo com um início tão afastado das suas preocupações, acabasse por levá-los ao âmago do caso, Imagine um cesto de laranjas, disse o outro, imagine que uma delas, lá no fundo, começa a apodrecer, imagine que, uma após ou…
Comecei a escrever isso há um tempo atrás.
É bem maior e eu não sei o que é.
Mas me deu vontade de partilhar com vocês.

"Eu não conheço o nome daquela árvore e o único nome que eu sei foi um nome que eu inventei. As coisas mudam. As pessoas crescem. Encontros se fazem, desfazem, refazem e quando nosso olhar só encontra o seu reflexo nós vemos a necessidade de algum encontro com o novo.
Eu queria um gole de café, um fiapo de calça, uma colherada de açúcar... Não sei. Algo me faça ser humano. Nesse meu anseio, eu já juntei um monte de tranqueira e meus dentes estão cheios de cáries.

Tudo começou num momento que eu desacreditava ser o momento de um ‘encontro com o novo’, então fui pronto para andar só. Era algum feriado. A gente se usa de uma convenção pra ser feliz e se sentir amado. Tem gente que fala que as datas comemorativas são ‘jogadas de marketing’. Eu acho que é a forma que o ser humano encontrou de amar o próximo. Eu poderia fazer uma jogada de marketing beijando a minha mãe. E…

Lembranças do Refugo

Bia Barros postando. Estava arrumando minhas coisas e encontrei isto aqui, que escrevi na época do refugo, acho uma boa postar.

Hoje lembrei que meus pulmões são nas minhas costas, que estão atrás de mim, junto com a minha memória. E eu tenho mantido a respiração ofegante para não perder minhas imagens formadas naquele passado. Eu só respiro, só respiro, só respiro. A minha memória perece que carrega o verde, o marrom, o azul, o vermelho. E da minha voz e dos meus olhos só sai este vermelho, o vermelho que desce e escorre sobre minhas roupas, e cai no chão que já tá seco, com toda aquela terra que quando se junta com o vermelho daquele sangue não se sabe mais distinguir o que é terra e o que é sangue. É a mesma terra que cai sobre o laranja de uma lona e sobe, com a dança que fazemos com os nossos pés descalços, sobe pro céu e vai embora, vira ar, o ar que meus pulmões respiram.
Momento da divulgação: Mostra da Escola Livre de Teatro de Santo André

Saudações, amigos torneásticos! Venho por meio desta, divulgar a participação de alguns torneados na Mostra da Escola Livre de Teatro.

Para ficar mais claro:

O Fernando faz a Formação de ator.

O William é um dos diretores do Núcleo de direção (Mas também está em cena.)

A Éride e eu somos atrizes do Núcleo de direção (Fazemos cenas de três outros diretores)

Segue abaixo os dias e horários das apresentações de cada um:

Quinta (dia 4)
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
20:30 - Fernando (Questões sem necessidade de nome)

Sexta (dia 5)
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
19:00 - Mayra (Isso não é Rasga Coração)


Sábado (dia 6)
18:00 - Éride (Tapetes)
18:30 - Mayra (Isso não é Rasga Coração) e William (Dias de Campo Belo)*

Domingo (dia 7)
18:30 - Mayra (Isso não é Rasga Coração) e William (Dias de Campo Belo)

Segunda (dia 8) **
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
19:00 - Mayra (Rasgão do Coração)***
19:30 - Mayra (Isso não é Rasga Cor…
Sobre o processo, o petróleo, o teatro e o social.

E qual é a relação de tudo isso?
Vamos lá...


30 de Novembro de 2008
Vestibular da PUC-SP

O Processo Seletivo
“...produza um texto que considere:
1.A presença do petróleo na vida social, na tecnologia e na economia do século XX e no início do século XXI;
2.As relações entre consumidores e produtores e os conflitos associados à disputa por essa fonte de energia;
3.As perspectivas futuras dessa matriz energética e o risco (ou não) de seu esgotamento rápido.”

O Petróleo
Guerra santa? Santa ignorância! Nossa sociedade atual de sustenta na falta de sustentabilidade social naquilo que mais necessita. Por conta de possíveis recursos naturais para uma energia não renovável, homens entram em guerras e esquecem que aos poucos estão extinguindo sua própria espécie.
Estamos todos cientes de que a preservação do que é nosso deve existir, mas parece que estamos cada vez mais conformados também. É bem mais cômodo pegar um carro, dirigir até o posto e reaba…
O Teatro faz todo o sentido.
Principalmente porque eu tô num coletivo que justifica essa afirmação.

Mayra

Barros postando!

Hoje eu escrevi um texto pra Cavalcante, acho que tem um pouco a ver com o nosso processo. Sobre esses lugares que ultimamente estamos passando com mais freqüência. Talvez não faça muito sentido, na verdade quando escrevi ele muitas coisas não tiveram um sentido completo, e eu acho que um dia, em um futuro não muito próximo, terá. De qualquer forma, está aí:

A minha carne pesa.
Eu sempre achei essa frase forte. Só que às vezes a minha mente é tão pesada que a carne fica tão leve, mais leve do que um pássaro, mais leve que uma de suas plumas. A complexidade humana me leva a loucura, eu vejo as pessoas passando e eu ali, algumas vezes aceitando elas em minha vida, outras aceitando com a possibilidade de elas saírem, continuarem passando. Parece que nascemos em uma casa, e ficamos olhando para fora da janela desta casa, e lá fora tem uma rua, onde as pessoas andam, algumas tropeçam em pedrinhas que estão pelo caminho ou mesmo pedrinhas que nós mesmos jogamos da janela. Algumas continuam a…
Em busca...

Dia chuvoso. Gostinho de guarda-chuva quebrado.
Chegamos no espaço (Espaço em frente ao nosso. A por ta de uma garagem) à espera da famosa chave que abre a porta da nossa 'Pequena Sede de Torneado'.
Entre brincadeiras (Adolescente contemporâneo, né meo?) e conversinha do fim de semana, falamos sobre o espaço que o Fernando, William e Renan haviam ido conhecer.
Não que não estejamos felizes com nosso espaço, mas precisamos de certas seguranças que nossa casinha não pode dar.

Tratava-se de um galpão, localizado no centro de São Paulo.
Depois de uma rápida reunião falando sobre assuntos pendentes de reuniões anteriores (Sentiu a fuga do assunto, né? hehehe) começamos a falar sobre esse espaço.
Fomos comer algo no nosso 'Pequeno Intervalo de Torneado' e durante ele, recebemos (O William, na verdade) uma ligação e rumamos para o espaço (O galpão) afim de conhecê-lo.

Aquele 'espacinho' que parece ter visto dias melhores é muito a nossa cara.
Alguns defeitos pequen…

Das coisas que eu ainda não havia falado...

Das coisas que eu ainda não disse...

Impressionante é essa capacidade de acolher.
Todas as pessoas.
Todos os lugares.
Tudo que chega até nós.

O caos.

O caos é um moleque travesso que insisti em querer atrapalhar. Ele chega sem pedir licença e vai tomando conta.
Ele invade as nossas dicussões, as nossas arrumações e o nosso espaço.

Mas quando o caos chega nós saímos pela porta e penduramos uma placa de "Seja bem vindo".
Sabe, apesar de tudo, nós vamos te receber bem. Nós vamos te dar banho, comida e carinho.

Nós vamos te acolher na nossa pequena casinha.

Mayra


O Processo do 'Pequeno Teatro de Torneado' na montagem de "Refugo", do Projeto Conexões.

O projeto 'Conexões' visa fazer e discutir teatro jovem com o intuito de preencher a lacuna existente entre o teatro infantil e o teatro adulto. O projeto, que em boa parte do seu discurso dialoga com o discurso do 'Pequeno Teatro de Torneado', nos despertou o interesse de conhecê-lo e de, dele, participar.
Os primeiros contatos diretos com o 'Conexões' foram extremamente importantes para a nossa concepção da estrutura do projeto. O que foi essencial para que o grupo conhecesse os alicerces aonde poderia - ou não - se apoiar.
"Refugo" é o segundo resultado coletivo do 'Pequeno Teatro de Torneado'. O grupo acabava de sair de um processo de criação aonde o contato com o palco italiano e com o texto pronto antes do início dos ensaios era nulo, o que gerou um - já esperado - 'baque' em alguns dos integrantes.
O que nos levou a escolher o …

Das Épocas

Das Épocas...

• Ele é uma CRIANÇA, cara. - Refugo.
• Sou uma PRÉ-MOCINHA, tá? Já tenho nove anos! - Celofane.
• Os JOVENS crescem, tornam-se pais, avós... Constituem família, ganham dinheiro e são felizes. - Primavera.

Renan de Almeida.

OFICINA: "A DRAMATURGIA DOS MOLEQUES"...

Imagem
É SÓ CLICAR NA IMAGEM QUE ELA AUMENTA!

Aqui.

Aqui.

Há tempos que comecei a estudar teatro com todo o vigor. Não sei, acho que a gente nunca aprende demais e eu precisava de alguma coisa mais direta pra entender o que eu não queria escutar. Um destes estudos era uma oficina de teatro pública que eu fazia em Guarulhos. Algo muito iniciante, com uma carga estranha e tudo muito empurrado, não sei, começávamos a fazer tudo de uma forma quadrada. O coordenador da oficina era um cara meio estranho, parecia meio cansado do teatro. Que estava fazendo aquilo simplesmente pelo dinheiro ou por algum outro motivo que eu desconhecia, porque ele nunca esteve com muita vontade de fazer teatro.

Então, infelizmente e felizmente, ele saiu e em seu lugar entrou uma mulher inteligente. Ela era inovadora, fazia tudo com muita vontade e organização... Conseguia manter um padrão de aula muito gostoso e incrível. Eu conversava com ela algumas vezes e ela demonstrou um grande prazer ao ouvir que eu fazia parte de um grupo de teatro. Um grande interesse. E…
Oxigênio - Lá e cá

'E sem justificativa... Pois é a arte de renovar a renovação da arte! Bebamos no mesmo cálice das vanguardas as bebidas do nosso tempo... Nos embriaguemos do verde de Toulouse Lautrec e do borrão impressionista!'

-Vamos para a inglaterra?
-Talvez... Por quê?
-O Big Ben... ele é bonito!
-É. É bonito.
-Será que poderei pisar com meus pés descalços por onde Lennon passou?
-Sim. A terra é terra ainda que o concreto relute.

Reflexão particular: Dificuldade em entender o 'verb to be'. Afinal, ser e estar me soam tão diversos entre si... Entre si e dó também quando do refrão de "Let it be"(Deixe estar/ser). Me pego, covardiamente, partilhando da vontade de dizer "I am" e me isentado da culpa de ter dito "Eu sou" quando, na verdade, "estou". E estar acaba sendo tão mais belo e poético no fato de um sentimento não ser "imortal posto que é chama"... Então, devemos aceitar a supremacia linguística dos ingleses de Shake…
Só não sejam omissos, POR FAVOR!
Pois é, foi doce, mas, nesse jardim a Primavera não prorrogou, mas com certeza sementes ela deixou. (trocadilho infame, não?!)Iemanjá sempre presente em nosso meio e com um auto-influenciado-corte-frutifero uma oferenda ela levou, e, o universo com sua sincronicidade e Iemanjá com sua rapidez, trouxe pelo CÉUDEX 10 outras oferendas, que vieram para fazer parte da nossa constelação. Constelação essa, que sente o melado, o ácido, o colorido, de fruta despencada ao chão, e agora é difícil de achá-la no meio das folhas (né Má?!) E que boas novas entrem na galeria torneada, e o que está e fez estar são coisas diversas, mas uma delas é ingrediente fundamental para nossa essência: É O AMOR!

Manifesto do ‘Teatro de Casinha’

Manifesto do ‘Teatro de Casinha’

E o mundo – otudo - é repleto de coisas maravilhosas: ares, amores, amoras, sabores, sangues, dores, prazeres, mortes, raivas, amargos, doces... Esse compreende tudo o que há para se descobrir, destrinchar e explorar qual um jardim de possibilidades infinitas ignoto à nossa consciência. Mas, ainda que cada ser humano, em sua dita peculiaridade, buscasse nesse tão imenso mundo absorver suas próprias descobertas, deparar-se-ia, em determinado momento, com o que nos é, por essência, comum. O ‘comum’ já “pejorativizado” – de aquilo que é medíocre - deve ser excluído de nossa mente. Refiro-me ao que nos liga quanto seres humanos: nossa carência pelo abraço, nosso abraço pelo carinho, nossa saudade da avenida da Saudade, nosso barranco de terra do qual despencaríamos não fosse a mão suja do primo mais velho... Tudo aquilo que nos acalanta e nos ‘nina’ – música sincera em ouvidos rendidos – remete, diretamente, à Casinha. Ela mora esquecida nos nossos sonhos. …
Eu não tenho mais quem cante minhas canções de ninar.
Todos os meus sonhos são frutos do que alguém já sonhou.
Tudo aquilo que me cerca, me faz pensar.
E talvez seja algo que alguém já pensou.

O tempo faz o gênio.
E isso não sou eu quem diz.
Um segundo.
Um segundo pode me fazer feliz.

Deixa eu matar alguém.
Deixa eu matar meu carnaval.
Deixa eu matar o meu amor.
Deixa eu matar. Deixa eu matar.

Deixa eu matar o que me faz falta.
Deixo matar o que me satisfaz.
Canta! Canta que eu preciso ouvir!
Canta até não aguentar mais!

O meu último abraço foi o de uma parede.
O meu próximo beijo, eu quero conquistar.
Se é ajuda, se é samba, se é benção...
Inventa! Inventa sua canção de ninar.

Até logo...

Bruno Lourenço
Quando estamos em roda, cantando "Minha canção", que nós costumamos chamar de canção de cidade, eu olho ao meu redor e sempre penso a mesma coisa:

- Puxa. Nós somos um grupo mesmo...

Mayra
. - Algo sobre o caos

O adolescente contemporâneo?

Hoje eu tenho 17 anos.

Fico confuso na minha falta de organização.

Os carros passam por mim fazendo barulho. Lembra disso? É Refugo.

Quando eu corria, eu era criança.
Hoje eu, tão novo, estou sempre atrasado.

"Fica mais um pouco! Dá um beijo"
"Desculpa, não posso!"

Todos os dias, eu vejo pessoas que o tempo todo são rotuladas como fúteis, como bobas, como pessoas sem cultura.
Então eu, na minha falta de maturidade, tento fazer o contrário. Tento ser diferente delas.
Usar roupas diferentes, falar diferente.
E quando eu vejo, ó: Já dei a volta.
Fiquei bobo de novo.

E bobo por quê?
"Novela, Mallu Magalhães, Rua Augusta, Nação Tantan, Baile Funk..."

Quando eu falo por mim, eu falo por nós.
Eu sou uma voz.
Só uma voz.

Fico confuso na minha falta de organização.

Só dedos que digitam algo que não só uma cabeça pensa.
E que pena que não é só uma cabeça.

Se fosse só uma, eu seria louco, neutóritco...

Somos alguns tantos, que somos bobos…

Fotos primavera e texto celofane

Imagem
Bia Barros postando..
Bom, eu queria postar umas fotos que tiramos esse domingo, enquanto pegavamos folhas secas no parque da luz. E queria postar uma carta que eu escrevi para o Fernando nas férias, falando um pouco sobre o processo do “Celofane”. Eu escrevi a carta quando estava voltando no ônibus, de Balneário Camboriu para São Paulo, e estava contando sobre a experiência de conviver três dias com minha prima de três anos. O “Celofane” é uma peça infantil, e na carta eu conto como foi essa convivência com a minha prima e como essa convivência me influenciou.

FOTOS:

pinacoteca!


Fernando e Ma, climão.






Morritz, tem como colocar a sua cabeça embaixo do braço?




TEXTO (celofane):
Estou sentada no ônibus, estou na janela, olhando as estrelas. sentada no ônibus olhando as estrelas e escrevendo um texto para você. sabe, acabei de viver durante três dias uma experiência única. eu convivi com uma criança. e nossa! como eu fiquei nervosa, em sentir uma criança perto de mim.. com esse processo do cel…
Galeraaaaaaa!

vocês estão sabendo que pela campanha "Teatro é um barato!" o ingresso do Primavera é mais em conta, por isso ai está o link com o site, lá o ingresso é APENAS R$2,00, Se algué nessa tempora dizer que não foi por falta de grana, vai apanhaaaaaaar!

http://carrinho.ingresso.com.br/br/teatro/porpeca.asp?T_IDCIDADE=00000001

Beijoooooooos Troneados!
Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando!
Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando!

PRIMAVERA!

O espetáculo PRIMAVERA, com O Pequeno Teatro de Torneado, reestréia no Teatro da Vila no dia 6 de setembro (sabado que vem) e propõe uma reflexão sobre o adolescente contemporâneo e suas angústias, que tipos de influências a educação e as posições políticas dos adolescentes do século 19 trouxeram para o comportamento do jovem de hoje!

Direção e dramaturgia: William Costa Lima

Elenco: Beatriz Barros, Beatriz Cavalcante, Bruno Lourenço, Diego Chimenes, Fernando Melo, Heloisa Evelyn, Mayra Guanaes e Thiago França.

Local: Teatro da Vila – Rua Jericó, 256, Vila Madalena – fone: (11) 3813-7719 – 80 lugares

Temporada: de 06 a 28 de setembro de 2008

Dias e horários: Sábados e Domingos, às 18h

Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia-entrada)

Duração: 3h (com um intervalo de 20 minutos)

Que seja d…

A primeira vez que eu ouvi falar sobre tudo isso

Beatriz Barros postando :
Quinta-feira conversávamos enquanto montávamos o cenário, das coisas que já passamos juntos. E aí, eu comecei a lembrar de tudo! Desde o início, desde a primeira vez que eu ouvi falar desse grupo, desse pequeno teatro de torneado.
As primeiras palavras vieram da Mariana, irmã da Beatriz Cavalcante. Ela estuda no meu colégio, um dia sentadas em um banco começamos a falar sobre teatro, e então ela começou a falar sobre o seu grupo. Começou falando sobre a peça: primavera. E então me disse sobre coisas totalmente abstratas no primeiro momento, palavras soltas que eu tive que juntar e formatar um sentido em minha mente: vestido de noiva, Ilse, Minas Gerais, William Costa Lima, Bruno, Thiago, Helô, menina de louça. E então veio o resultado: as imagens que eu formatei são as primeiras imagens da peça em minha mente, algo que não é tão distante da realidade. Uma luz amarela, caída sobre uma noite cheia de estrelas, pessoas em frente de uma igreja branca com detalhes …

A mala.

Imagem
Temos uma mala. Dentro dela criamos coisas, as coisas se criam. As emoções brotam dela, passam por nós e voltam para a mala. Como um círculo. Paramos. Nos olhamos. Conversamos. Pensamos. Resolvemos abrir a mala. Deve ser importante. Abrimos e as criações começam a se montar. Montamos. Tudo de uma forma. Tudo com significado. E está montado. Novas emoções. Lidamos com catástrofes. Tudo é aqui, na mão. Tic tac. Paramos. Respiramos. Nos olhamos. E voltamos. Mais catástrofes. Emoções. Recortamos, desistimos, rasgamos. Êxtase. As emoções se findam. Olhamos em volta. Tudo desmontado, de volta a mala. Fechamos a mala.
E saímos ao sereno.

Renan Almeida.
Resolvo escrever num dia que não estou menos criativo do que estou!

Gente, Setembro se aproxima e coisas devem se concretizar e mais do que nunca precisamos nos juntarmos, respirarmos e com muita “calma” seguirmos em frente, e que venham os novos-velhos processos e que neles contenham o que a Má nos disse abaixo!!!

Beijos Torneásticos!
E que seja Doce!



Fernando
27/08/2008 00:19

Livre associação de palavras.

Refugo. Tempo. Espera. Escuta. Ponto de partida. Cores. Luz. Madeira. Pratos. Diferença. Estranhos. Adaptação. Ganhar. Perder. Jogo. Procurar. Idade. Dentes. Braços. Poder. Números. Idioma. Faca. Correr. Girar. Parar. Abraçar. Rolar. Passar. Voltar. Ponto de partida. Escuta. Espera. Tempo. Refugo.

Mayra
Eu queria ser ginasta. Mas eu não sabia voar.
Então eu descobri a arte e pude encontrar aqui dentro mesmo as minhas próprias asas..

Mayra

Um post direto.

Imagem
Um post direto...

Temos agora uma caixinha de comentários, para que você, pessoa paciente que acessa o nosso blog, mesmo com tão poucas atualizações, possa interagir. Valeu, Renan.

Temos também uma comunidade no orkut, que não foi tão divulgada, mas agora não há mais desculpa. Todos podem ter acesso clicando aqui.

E temos essa foto que nós tiramos no dia 30/05/08, na abertura do workshop de imersão do Projeto Conexões.



Para quem quiser saber sobre o projeto é só clicar aqui.

Mayra

Começando pelo blog...

Hoje falamos sobre produção, a produção das coisas.
Conclui que eu ando dormindo no ponto. Lembrei que durante o processo do Primavera, eu vivia experimentando figurinos e adereços novos, criava coisas na luz, no texto e em tudo mais que, eu por ser uma “atriz-criadora” pudesse dar a minha contribuição. Tentei lembrar aonde eu havia deixado a minha caixa com os meus figurinos da nossa atual peça e senti um desespero ao perceber que eu não sabia aonde.
Notei que fui perdendo algumas coisas ao longo do processo. Fui deixando coisas para trás. Ao longo dos dias, me deixo contagiar pelo exterior e deixo de trabalhar.
Eu preciso experimentar, inventar, construir, criar e arriscar.

Resolvi recomeçar pelo blog. Coloquei aqui, um contador de acessos e um link para que as pessoas comentem os nossos posts. Na hora de publicar, nada funcionou.
Eu não to entendendo aonde eu to errando. Todas as instruções estão em inglês, e nem o mínimo do mínimo que eu entendo de html e de inglês, são suficientes p…

Sem/Com

Imagem
Foto: "As cores que o Refugo nos aponta"...

Passo apenas para dizer que estou perdido...

São muitas cores... e que vontade de ver, sentir e resumir essa euforia...

Helô, tempos bestas eram aqueles!

William Costa Lima(constrangido)

O primeiro dos primeiros...

O ínicio da euforia

Ano de 2005. Fevereiro. Ou quinta, ou sexta-feira de manhã. Estava começando a cursar o sétimo ano (minha antiga e querida sexta série!). Não era um dia como qualquer outro. Me lembro como se fosse hoje.
Eu era realmente feliz com 11 aninhos. Feliz de ter a liberdade de comprar chicletes na padaria da esquina e tirar um dez na redação da escola. Uma felicidade que só se tem no início do caminho. Era o início da euforia.


Soledade, uma das funcionárias quebra-galho do meu antigo colégio, entrou na sala de aula pedindo licença para a divulgação do novo curso extracurricular da escola. Sempre odiei cursos extracurriculares do Colégio Terra! Pois seu único intuito era, e deve ser até hoje, roubar o salário dos pais e retirar-nos o nosso valioso tempo de não fazer nada de tarde.


Já estava cansada disto! Então deitei na carteira, fechei os olhos e fiquei rabiscando a mesa. “Aulas de teatro com William Costa Lima”, quem é esse cara? (como se eu conhessece alg…
De Fernando para o Universo:



“Comunhão Miscelânica”, esse é o meu sentimento em relação ao espírito que o Torneado vem munido nesse novo semestre, essa é a dialética de pessoas de riquezas sublimes e únicas, que partilharão novos momentos, que serão, antes de tudo, momentos doces, e que cada singularidade abasteça essa pluralidade dos novos capítulos que estão a serem escritos e publicados em corações, braços, cabelos, estômagos, almas, úteros, rins, corpos. Agora é a hora do novo, mas com a certeza de que o passado está presente, em novos amigos, em novos projetos, em novos locais, em novos amores, em novas paixões, em novos, em velhos, em novos...



São Genésio, o padroeiro dos epiléticos, atores e músicos

De Gero Camilo e Tata Fernandes

Santinho pequenininho
De coração assim assim pequenininho
Protege tua legião
Abençoa nosso ofício
Que o drama, que o riso
De forma assim assim pequenininha
Conceda a todos coração
Abençoa nosso ofício
Que o drama, que o riso
De forma assim assim pequenininha
Con…

Acabou, acabou...

O Bruno sempre fala que ninguém escreve aqui. Eu, particularmente, me sinto tímida ao dar as caras no blog do grupo.
Já pensou se eu escrevo uma besteira? Vai demorar para alguém ler. Depois mais um tempo até apagar...
Que melindre mais bobo esse meu não?

Antes que eu comece a divagar sobre coisas não tão interessantes, deixo aqui um post que eu tunguei do meu próprio blog.
E, por falar em blog, essa semana vou tentar resolver essa questão dos comentários, prometo!

Depois de dois meses em cartaz, acabou a temporada do Primavera.
E finalizamos apresentando para um público muito espontâneo. As pessoas assistiram, gostaram, recomendaram e uma galera apareceu no último fim de semana...
É engraçado olhar para a platéia e notar que não conhecemos quase ninguém. E mesmo sem nos conhecer, as pessoas estão ali, dispostas a dividir com a gente o nosso momento.
No último dia, tinha mais de 40 pessoas assistindo. Teatro lotado. Que puta prazer fazer uma peça com um teatro lotado.
Tinha um brilho difer…
Dia de dormir na aula e no trem.

Hoje tivemos um ensaio muito interessante... Na verdade, sentamos para conversar.

Discutimos coisas sobre o 'Primavera' (É a última semana! Assistam!), acertamos algumas coisinhas...
Enfim, um pit-stop necessário.

Intervalinho.

Fomos comer na padoca. 13 rodadas de pão na chapa. E dá-lhe café com leite!

Voltamos ao PCO.

Quando cheguei, uma discussão estava sendo travada: Aonde está o nosso espaço de trabalho?
Nosso grupo, há algum tempo, procura um local para poder estabelecer uma sede para que possamos organizar nosso trabalho e nos administrar melhor.

Estou empolgado sabendo que o nosso lar continuará sendo o nosso lar.
Vamos nos mobilizar por algo maior que todos nós almejamos.
Aquela suposta felicidade. Aquela nostalgia gostosa de algo que a gente não viveu.
O momento em que todas as vozes se calam e outra voz fala mais alto.
Nosso teto já voou longe, mas vamos fixá-lo agora.
Vamos derrubar uma parede. Vamos escrever na parede levantada:

O TEATRO ESTA MORT…
Ultimamente ando pensando muito sobre o futuro. Temazinho meio besta esse, né? Batido...
Mas eu vou fazer o que? Eu só vou ser um intelectual daqui uns 40 anos (no mínimo)...

Quando eu era pequeno, eu queria ser advogado. Pra ter uma sala com uma lâmpada e usar calça jeans. Pelo menos foi assim o desenho que eu fiz, quando eu tinha 6 anos. Meu pai é advogado.
Eu já quis ser advogado, já quis ser cantor, médico, arquiteto, engenheiro...
É muito futuro pra uma pessoa só.

Eu fico me programando para algo que me aguarda, mas não sei se me deseja.
Não sei se eu desejo.

A meta é única, mas o caminho pode ser bem diferente.

“Que tal você parar de limpar o umbigo, heim Bruno?”

Boa idéia... De volta à prancheta...



Bruno Lourenço
O que é ser de celofane pra você?

Eu tenho dois relógios. Um, eu embrulho num papel de celofane vermelho. É bonito, transparente e não nega a realidade do que está dentro. Um relógio! Você pode até ver que horas são, sem precisar desmanchar o embrulho.
O outro, eu coloco dentro de uma caixa. Não nego que existe um relógio ali dentro, mas quem não sabe que eu o coloquei jamais saberá, ao menos que abra o embrulho e faça uso do que está no seu interior. Ou, numa situação mais cautelosa, faça um silêncio absoluto para simplesmente poder ouvir o tiquetaquear.

É engraçado como hoje (e sempre, não nos esqueçamos da história), o olhar perfura o celofane transparente. Não que o celofane seja algo imperceptível. Talvez seja o medo da nossa realidade primitiva.

É visto como algo fora do eixo, quando na verdade é um grito de atenção disfarçado de ‘tic-tac’.


Bruno Lourenço

E para que lado olhar?

Imagem
Velha vontade de parar. De deixar a espada ali. Eu descobri algo arrematador sobre minha pessoa, de que meu fluxo é próprio demais... Ai que vontade de transformar isso em cena, mas eu sei que não devo, já ando com idéias acumuladas demais. Tudo é tão cena que a vez de ser cena é algo tão inóspito. Foram muitos anos, foi muita crença, e hoje o que não tenho? Eu devo, em todos os sentidos ao tempo e a minha tolerância. Tão novo e já tão velho... E hoje eu acordei com uma vontade de lhe dar um presente... O que você deseja? Algo físico mesmo? Em valor monetário? Desculpa não lhe abrir a porta do meu carro... Desculpe pelo cardápio... Desculpe pela indicação do filme, não observei a faixa etária... Desculpe, é que eu ando cheio de impressões sobre tudo e todos, às vezes eu até erro o lado da calçada. Eu sou tão quase pai... Quanto sou tão quase feliz.

São muitas amarras eu venho me sentido um pouco sufocado...

A verdade é um instrumento indispensável a quem pretende ser feliz...
Esse fim de semana fomos ao coquetel e ao 1º workshop de imersão do Projeto Conexões, para o qual nós fomos sorteados.

Para quem não conhece, o Conexões, é um projeto que incentiva o teatro feito por jovens e para jovens como ferramenta para a formação humana e cultural, fomentando, por intermédio do trabalho em equipe, a criação de espaços para a reflexão e expressão das questões presentes no jovem de hoje.
Eles trabalham por sorteio. Não estamos lá por sermos legais.
(HAHAHA)

Mas foi bem divertido. Nós já tínhamos participado do workshop para imersão de diretores, que tinha dado um tom diferente do que experimentamos esse final de semana.
Conhecemos bastante pessoas, outros grupos que também montarão o texto ‘Refugo’, de Abi Morgan (O texto que escolhemos montar) e comemos muitos grãos, patezinhos e tomamos suco. Isso no coquetel.

No workshop, fizemos uma aula com Max Key, do National Theatre de Londres. Pulamos, dançamos, cantamos e deitamos no chão. Foi divertido.
Lá, foi mais reservado …

O bom filho ao lar retorna... Eu já fiz essa piada

Imagem
Primavera estreou aqui em São Paulo e nem viemos falar sobre como foi estar de volta ao lar.

No dia 17/5, estreou aqui em São Paulo, o espetáculo Primavera.
Voltamos de Curitiba bastante empolgados para apresentar, sabendo que a temporada daqui de São Paulo seria bem melhor do que a de lá.
A nossa estréia foi acompanhada de horas de montagem de cenário, aquecimentos, danças, cirandas e um piadinhas a parte do tipo: O bom filho ao lar retorna.

Mas é isso aí!
Estamos aqui e super felizes de poder aconchegar aqueles que nos prestigiam com a sua presença e, tentando mostrar para todos o despertar de uma Primavera conhecida e pouco lembrada de todos nós.

"Primavera"


Espaço Pyndorama Rua Turiaçu, 481, Perdizes, São Paulo. Tel: (11) 3871-0373Próx. ao Metrô Barra Funda e ao Parque da Água Branca. Em frente ao CNA.
Quando: Sábados e Domingos: às 14hsDe 17 de maio a 29 de junho

Excepcionalmente no dia 1/06 não haverá espetáculo

Quanto: R$ 20, 00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)











Bruno Lourenço

Saudações!

Imagem
Confesso que eu estava tentando superar a minha timidez para escrever aqui.

Já vai fazer um mês que voltamos de Curitiba. Embora eu pense que podíamos ter trabalhado um pouco mais, creio que esse tempo por lá nos trouxe novas experiências que em algum momento poderemos usar no nosso processo. Uma grande experiência é aprender estar preparado para qualquer possível imprevisto que possa ocorrer.

No segundo dia, saí em busca de um café da manhã e ao voltar, percebi uma placa em frente a Casa do Estudante, do outro lado da rua, na calçada da maior escola estadual do sul do país. Era uma placa “Fringe Aqui”. Eu pensei, nossa que bacana, vamos trocar divulgação com o pessoal da escola... Olhei para frente do lugar que nós iríamos nos apresentar para ter o prazer de ver a nossa própria placa e não tinha placa nenhuma. Antes que eu pensasse em alguma explicação, vejo os meninos trazendo uma escada. Era a primeira pegadinha do Fringe para o nosso grupo. A nossa placa de divulgação estava no lu…

Festival de Curitiba!

Imagem
De Curitiba, voltamos nós.
Do dia 20 ao dia 30 de março, NÓS, ou seja, o grupo Pequeno Teatro de Torneado do Projeto Meu Olho - Meu Mundo, apresentou o espetáculo “Primavera” no Festival de Curitiba, o Fringe.


Primavera é o resultado de um processo de dois anos que retrata o adolescente contemporâneo a partir da obra de Frank Wedekind, “O Despertar da Primavera” , do qual vocês ainda vão ouvir falar muito neste blog.


O Fringe é o seguinte: grupos de teatro e dança de todo o Brasil, e alguns até de fora do Brasil, se reúnem para apresentar seus espetáculos na cidade de Curitiba-PR, espalham-se nos teatros de toda a cidade. Uma mostra de teatro sem competições, não há critérios para os grupos participarem, cada grupo cobra a bilheteria que quiser e apresentam nos dias e horários que pedirem. E é a maior farra! Muita peça (283)! Muita gente misturada! Muitas festas! Bares! Espetáculos de rua etc.
Site da programação do Fringe, para mais informações:
http://www.festivaldeteatro.com.br/ftc2008/…
Eis aqui o primeiro post do blog do ‘Pequeno Teatro de Torneado’!
Só para alertá-los, gostaria de dizer que o choque da transformação de ‘curso’ em ‘grupo’ nos remete a uma imaturidade (em questão de grupo) que talvez vocês encontrem com alguma freqüência nessa página. Mas se teatro é exposição, blog de teatro é a exposição com erros de português e acho que essa pode ser uma maneira inteligente das pessoas perceberem, com o passar do tempo, o amadurecimento do grupo.
Aqui iremos colocar críticas, sugestões de peças, reflexões sobre conversas, além de propor fóruns de discussão que podem ser acompanhados na comunidade do
‘Projeto Meu Olho-Meu Mundo’ , de onde o grupo se formou.
Espero que vocês se divirtam e aproveitem esse espaço para refletir que o teatro jovem pode não ser superficial.
O ‘Pequeno Teatro de Torneado’ do ‘Projeto Meu Olho-Meu Mundo de Pesquisa Cênica’ agradece a sua visita.
Que seja doce!



Bruno Lourenço