quinta-feira, 5 de junho de 2008

E para que lado olhar?


Velha vontade de parar. De deixar a espada ali. Eu descobri algo arrematador sobre minha pessoa, de que meu fluxo é próprio demais... Ai que vontade de transformar isso em cena, mas eu sei que não devo, já ando com idéias acumuladas demais. Tudo é tão cena que a vez de ser cena é algo tão inóspito. Foram muitos anos, foi muita crença, e hoje o que não tenho? Eu devo, em todos os sentidos ao tempo e a minha tolerância. Tão novo e já tão velho... E hoje eu acordei com uma vontade de lhe dar um presente... O que você deseja? Algo físico mesmo? Em valor monetário? Desculpa não lhe abrir a porta do meu carro... Desculpe pelo cardápio... Desculpe pela indicação do filme, não observei a faixa etária... Desculpe, é que eu ando cheio de impressões sobre tudo e todos, às vezes eu até erro o lado da calçada. Eu sou tão quase pai... Quanto sou tão quase feliz.

São muitas amarras eu venho me sentido um pouco sufocado...

A verdade é um instrumento indispensável a quem pretende ser feliz...

Nenhum comentário:

Sobre o sentir e o dançar de um corpo gordo

Sempre achei estranha a vontade que eu tinha de dançar. Durante muito tempo, meu corpo ficou inerte. Fugia das aulas de educação física, ...