terça-feira, 23 de setembro de 2008

Eu não tenho mais quem cante minhas canções de ninar.
Todos os meus sonhos são frutos do que alguém já sonhou.
Tudo aquilo que me cerca, me faz pensar.
E talvez seja algo que alguém já pensou.

O tempo faz o gênio.
E isso não sou eu quem diz.
Um segundo.
Um segundo pode me fazer feliz.

Deixa eu matar alguém.
Deixa eu matar meu carnaval.
Deixa eu matar o meu amor.
Deixa eu matar. Deixa eu matar.

Deixa eu matar o que me faz falta.
Deixo matar o que me satisfaz.
Canta! Canta que eu preciso ouvir!
Canta até não aguentar mais!

O meu último abraço foi o de uma parede.
O meu próximo beijo, eu quero conquistar.
Se é ajuda, se é samba, se é benção...
Inventa! Inventa sua canção de ninar.

Até logo...

Bruno Lourenço

Nenhum comentário:

Sobre o sentir e o dançar de um corpo gordo

Sempre achei estranha a vontade que eu tinha de dançar. Durante muito tempo, meu corpo ficou inerte. Fugia das aulas de educação física, ...