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Mostrando postagens de Outubro, 2008

OFICINA: "A DRAMATURGIA DOS MOLEQUES"...

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É SÓ CLICAR NA IMAGEM QUE ELA AUMENTA!

Aqui.

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Há tempos que comecei a estudar teatro com todo o vigor. Não sei, acho que a gente nunca aprende demais e eu precisava de alguma coisa mais direta pra entender o que eu não queria escutar. Um destes estudos era uma oficina de teatro pública que eu fazia em Guarulhos. Algo muito iniciante, com uma carga estranha e tudo muito empurrado, não sei, começávamos a fazer tudo de uma forma quadrada. O coordenador da oficina era um cara meio estranho, parecia meio cansado do teatro. Que estava fazendo aquilo simplesmente pelo dinheiro ou por algum outro motivo que eu desconhecia, porque ele nunca esteve com muita vontade de fazer teatro.

Então, infelizmente e felizmente, ele saiu e em seu lugar entrou uma mulher inteligente. Ela era inovadora, fazia tudo com muita vontade e organização... Conseguia manter um padrão de aula muito gostoso e incrível. Eu conversava com ela algumas vezes e ela demonstrou um grande prazer ao ouvir que eu fazia parte de um grupo de teatro. Um grande interesse. E…
Oxigênio - Lá e cá

'E sem justificativa... Pois é a arte de renovar a renovação da arte! Bebamos no mesmo cálice das vanguardas as bebidas do nosso tempo... Nos embriaguemos do verde de Toulouse Lautrec e do borrão impressionista!'

-Vamos para a inglaterra?
-Talvez... Por quê?
-O Big Ben... ele é bonito!
-É. É bonito.
-Será que poderei pisar com meus pés descalços por onde Lennon passou?
-Sim. A terra é terra ainda que o concreto relute.

Reflexão particular: Dificuldade em entender o 'verb to be'. Afinal, ser e estar me soam tão diversos entre si... Entre si e dó também quando do refrão de "Let it be"(Deixe estar/ser). Me pego, covardiamente, partilhando da vontade de dizer "I am" e me isentado da culpa de ter dito "Eu sou" quando, na verdade, "estou". E estar acaba sendo tão mais belo e poético no fato de um sentimento não ser "imortal posto que é chama"... Então, devemos aceitar a supremacia linguística dos ingleses de Shake…
Só não sejam omissos, POR FAVOR!
Pois é, foi doce, mas, nesse jardim a Primavera não prorrogou, mas com certeza sementes ela deixou. (trocadilho infame, não?!)Iemanjá sempre presente em nosso meio e com um auto-influenciado-corte-frutifero uma oferenda ela levou, e, o universo com sua sincronicidade e Iemanjá com sua rapidez, trouxe pelo CÉUDEX 10 outras oferendas, que vieram para fazer parte da nossa constelação. Constelação essa, que sente o melado, o ácido, o colorido, de fruta despencada ao chão, e agora é difícil de achá-la no meio das folhas (né Má?!) E que boas novas entrem na galeria torneada, e o que está e fez estar são coisas diversas, mas uma delas é ingrediente fundamental para nossa essência: É O AMOR!