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Mostrando postagens de Novembro, 2008
O Teatro faz todo o sentido.
Principalmente porque eu tô num coletivo que justifica essa afirmação.

Mayra

Barros postando!

Hoje eu escrevi um texto pra Cavalcante, acho que tem um pouco a ver com o nosso processo. Sobre esses lugares que ultimamente estamos passando com mais freqüência. Talvez não faça muito sentido, na verdade quando escrevi ele muitas coisas não tiveram um sentido completo, e eu acho que um dia, em um futuro não muito próximo, terá. De qualquer forma, está aí:

A minha carne pesa.
Eu sempre achei essa frase forte. Só que às vezes a minha mente é tão pesada que a carne fica tão leve, mais leve do que um pássaro, mais leve que uma de suas plumas. A complexidade humana me leva a loucura, eu vejo as pessoas passando e eu ali, algumas vezes aceitando elas em minha vida, outras aceitando com a possibilidade de elas saírem, continuarem passando. Parece que nascemos em uma casa, e ficamos olhando para fora da janela desta casa, e lá fora tem uma rua, onde as pessoas andam, algumas tropeçam em pedrinhas que estão pelo caminho ou mesmo pedrinhas que nós mesmos jogamos da janela. Algumas continuam a…
Em busca...

Dia chuvoso. Gostinho de guarda-chuva quebrado.
Chegamos no espaço (Espaço em frente ao nosso. A por ta de uma garagem) à espera da famosa chave que abre a porta da nossa 'Pequena Sede de Torneado'.
Entre brincadeiras (Adolescente contemporâneo, né meo?) e conversinha do fim de semana, falamos sobre o espaço que o Fernando, William e Renan haviam ido conhecer.
Não que não estejamos felizes com nosso espaço, mas precisamos de certas seguranças que nossa casinha não pode dar.

Tratava-se de um galpão, localizado no centro de São Paulo.
Depois de uma rápida reunião falando sobre assuntos pendentes de reuniões anteriores (Sentiu a fuga do assunto, né? hehehe) começamos a falar sobre esse espaço.
Fomos comer algo no nosso 'Pequeno Intervalo de Torneado' e durante ele, recebemos (O William, na verdade) uma ligação e rumamos para o espaço (O galpão) afim de conhecê-lo.

Aquele 'espacinho' que parece ter visto dias melhores é muito a nossa cara.
Alguns defeitos pequen…

Das coisas que eu ainda não havia falado...

Das coisas que eu ainda não disse...

Impressionante é essa capacidade de acolher.
Todas as pessoas.
Todos os lugares.
Tudo que chega até nós.

O caos.

O caos é um moleque travesso que insisti em querer atrapalhar. Ele chega sem pedir licença e vai tomando conta.
Ele invade as nossas dicussões, as nossas arrumações e o nosso espaço.

Mas quando o caos chega nós saímos pela porta e penduramos uma placa de "Seja bem vindo".
Sabe, apesar de tudo, nós vamos te receber bem. Nós vamos te dar banho, comida e carinho.

Nós vamos te acolher na nossa pequena casinha.

Mayra


O Processo do 'Pequeno Teatro de Torneado' na montagem de "Refugo", do Projeto Conexões.

O projeto 'Conexões' visa fazer e discutir teatro jovem com o intuito de preencher a lacuna existente entre o teatro infantil e o teatro adulto. O projeto, que em boa parte do seu discurso dialoga com o discurso do 'Pequeno Teatro de Torneado', nos despertou o interesse de conhecê-lo e de, dele, participar.
Os primeiros contatos diretos com o 'Conexões' foram extremamente importantes para a nossa concepção da estrutura do projeto. O que foi essencial para que o grupo conhecesse os alicerces aonde poderia - ou não - se apoiar.
"Refugo" é o segundo resultado coletivo do 'Pequeno Teatro de Torneado'. O grupo acabava de sair de um processo de criação aonde o contato com o palco italiano e com o texto pronto antes do início dos ensaios era nulo, o que gerou um - já esperado - 'baque' em alguns dos integrantes.
O que nos levou a escolher o …

Das Épocas

Das Épocas...

• Ele é uma CRIANÇA, cara. - Refugo.
• Sou uma PRÉ-MOCINHA, tá? Já tenho nove anos! - Celofane.
• Os JOVENS crescem, tornam-se pais, avós... Constituem família, ganham dinheiro e são felizes. - Primavera.

Renan de Almeida.