quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

O NOSSO INFANTIL!

Olá Queridos! Este é um texto que foi escrito baseado em experiências que vivenciei com a Mayra em um Parquinho ao lado do Cemitério Cachoeirinha!


O NOSSO infantil!

Em uma balança de um parque, parque esse que oniricamente faz parte da vida de uma amiga, foi onde comecei a retornar aos acontecimentos da minha infância nesse lugar e a congregar essas preciosas e poderosas lembranças.

No começo foi um leve balançar, que foi se intensificando com o uso da minha força física e mental, lembranças foram me impulsionando a querer ir mais alto, logo, mais (pro)fundo, e o barulho constante pelo tempo de uso da balança foi me tomando, hoje com meu conhecimento alternativo (tipo, meu?!) posso afirmar se assemelhar a uma música da Bjork, e é impressionante como fazemos associações com o atual, no caso a música de Bjork se assemelha ao som da Balança, não é nem preciso divagar sobre que veio primeiro (ovo, galinha, ajudou?!), enfim, com o som fui entrando num transe, e com ele a companhia do medo da exibição, de escancarar o que estava lembrando, mas aos poucos a criança foi emergindo, não com toda sua potência, mas foi o bastante para que eu começasse a contar minhas experiências, sem muito as aumentar para ganhar a aprovação (um policiamento meu, para que eu não minta!), e mágico foi ver que minha amiga também estava na mesma atmosfera, iniciou-se ai uma congregação que a um tempo namorávamos, e que se depender da criança vai dar samba!

Fomos a Gangorra, um sobe e desce bem metafórico (hehe!) e de lá começamos uma conversa um tanto prática, sobre artefatos técnicos do que hoje nos cerca, o Teatro, Uma luz. Tobogã, escorregador, a quem vamos dirigir, dramaturgia, palco de madeira, pequenas apresentações, um processo nosso, Beatles, Arnaldo Antunes, Palavra Cantada. Tudo isso são prés, mas mutáveis e RITUALizados, senão seriam(ão) parativos ;).

sábado, 20 de dezembro de 2008

Transtornos alimentares.

Bia Cavalcante postando aqui.
Bom, há um tempo atrás eu recebi uma carta que me emocionou muito. Que, na minha opinião, é cheia de inteligência sem perder humanidade. E eu gostaria muito de compartilhá-la com vocês, então...

"Não estou aqui para confessar tudo e contar sobre como foi horrível, que meu pai era mau, a minha mãe era má e algum garoto me chamou de balofa na terceira série, porque nada disso é verdade. Eu não vou repetir sem parar o quanto os transtornos alimentares "têm a ver com controle", porque todos já ouvimos isso. É uma palavra-chave, reduzida, categórica, uma forma organizada de amontoar as pessoas numa quarentena mental e dizer: Pronto. É isso. Transtornos alimentares "têm a ver com": sim, controle, e história, filosofia, sociedade, estranheza pessoal, problemas familiares, auto-erotismo, mitos, espelhos, amor e morte e sadomasoquismo, revistas e religião, os tropeções de um indivíduo de olhos vendados através de um mundo cada vez mais estranho. A questão não é realmente se os transtornos alimentares são "neuróticos" e indicam uma falha na mente, mas sim por quê. Por que esta falha, o que ligou esta chave, por que somos tantos de nós? Por que esta escolha tão fácil? Por que agora? Alguma toxina no ar? Algum aborto da natureza que virou as mulheres contra seus próprios corpos com uma virulência nunca antes vista na história, de repente, sem qualquer motivo? O indivíduo não existe fora da sociedade. Há motivos pelos quais isto está acontecendo, e eles não estão apenas na mente.
Os meus termos correspondem à heresia cultural. Precisei dizer: vou comer o que quiser, ter a aparência que me der na telha, rir tão alto quanto tiver vontade, usar o garfo errado e lamber a minha faca. Tive de aprender lições estranhas e deliciosas, lições que muito poucas mulheres aprendem: a amar o barulho dos meus passos, o sifnigicado do peso, da presença e do espaço ocupado, a amar as fomes rebeldes do meu corpo, respostas ao toque, a compreender a mim mesma como mais do que um cérebro ligado a um feixe de ossos. Preciso ignorar a cacofonia cultural que canta o dia inteiro, numa ladainha, muito, muito, muito. Como escreve Abra Fortune Chernik, "Ganhar peso e erguer a minha cabeça da privada foi o maior ato político da minha vida".
Um transtorno alimentar é, em muitos sentidos, uma elaboração bastante lógica de uma idéia cultural. Enquanto a personalidade de uma pessoa com transtorno alimentar exerce uma função imensa - somos freqüentemente pessoas de extremos, altamente competitivas, incrivelmente autocríticas, determinadas, perfeccionistas, com tendência ao excesso - e, embora a família de uma pessoa com transtorno alimentar desempenhe um papel bastante crucial na criação de um ambiente no qual o transtorno possa se desenvolver como uma flor de estufa, eu acredito que o ambiente cultural é igualmente, se não mais, culpado da absoluta popularidade dos transtornos alimentares. Havia inúmeros métodos de autodestruição disponíveis para mim, incontáveis saídas que poderiam ter canalizado a minha determinação, o meu perfeccionismo, a minha ambição e o meu excesso de intensidade em geral, milhões de maneiras com as quais eu poderia ter reagido a uma cultura que considerava altamente problemática. Eu não escolhi essas maneiras. Eu escolhi um transtorno alimentar.
A menina se levanta todos os dias e cria a si mesma com roupas e pintura. Ela escreve à noite sobre homens que olharam e garotos que tocaram, e se pesa. Ela escreve sobre a grande fraqueza que a levou até o armário da cozinha e a fez comer. Ela nunca escreve o suficiente. A confissão é insuficiente. A absolvição nunca vem na articulação, apenas na penitência. Ela pensa nas santas: seus flagelos, suas camas de pregos, saus desculpas com séculos de atraso por Eva, que condenou todas as mulheres às dores da carne ao ceder aos prazeres dessa carne. Elas laceram a própria carne em penitência por Eva, pelos pecados do mundo, que carregam nos ombros como se fossem seus. Vestem cilício ou navalhas perto da pele.
Ela lê livros sobre as santas. As anoréticas santificadas, que, em seu asceticismo sagrado, insistiam que Deus as estava mandando jejuar. Ela pensa em Deus. Ela determina que, se os dois estivessem se falando, ele a mandaria jejuar pelos pecados em geral. O cilício é a sua própria pele, raspando a crueza do que há por baixo. Ela se dispôs a se erguer acima da carne: sem comida, sem sexo, sem toque, sem sono. Ela cheira cocaína em seu quarto floreado para não sucumbir ao sono, uma fraqueza, e ela, já fraca demais recusa-se a sucumbir. A bulimia e as drogas levam à insônia e ao desequilíbrio químico. A insônia leva à mania, um fluxo de pensamentos constantes e imagens sadicamente realistas brotando no cérebro - "a atroz lucidez da insônia", definiu Borges -, os pensamentos girando para cima, num assovio agudo, enquanto uma chaleira apita dentro do cérebro.
Ela passa tempo demais sem dormir e pira.
Ela não lembra de quando começou. Volta a sentir um violento medo do escuro. Está velha demais para isso, lembram os pais. Toda noite, ela faz o pai conferir cada fechadura, cada janela e cada porta, vasculhar o porão atrás do homem que ela tem certeza que veio pegá-la, o homem com a faca. Ela fica deitada na cama, dura como um cadáver, esperando pelos passos na escada. Ela não consegue dormir. Cada movimento e suspiro da casa, cada rajada de vento nas paredes e nas árvores, faz com que ela dê um salto na cama, gritando pelo pai. O pai vem correndo e se esforça muito para compreender. Ela não pode ficar sozinha em casa. Ela fica sozinha em casa desde os 9 anos de idade. Aos 14, isso se torna impossível. Ela se senta nos degraus da frente da casa quando chega da escola e espera até alguém chegar. A tremedeira: ela lembra principalmente da tremedeira, de todo o seu corpo, tenso e trêmulo, esperando pelo homem que vai encurralá-la no quarto e despedaçá-la com sua faca.
Olhando para trás, ela pensa que aquilo era uma premonição. Foi o último ano que ela morou em casa. Ela quer que a mãe e o pai a salvem. Ela diz issom e o pai pergunta a sério: de quê?
De mim mesma.
A voz corrente sobre os transtornos alimentares é que eles são uma tentativa de voltar a ser criança, uma regressão. Em vez de olhar para os transtornos alimentares como um desejo infantil de voltar para uma simbiose ex utero com a mãe, acho que é importante registrar que eles podem ser um genômeno cultural e geracional do bom e velho burnout. A minha geração foi alienada por propaganda subliminar, televisão burra, filmes violentos, uma insípida literatura de balcão, MTV, videocassetes, fast food, informes comerciais, anúncios em papel cuchê, auxílio a dieta, cirurgia plástica, uma cultura pop na qual a supermodelo hiperblasé de olhos inexpressivos era uma heroína. Isso é o equivalente intelectual e emocional de não comer nada além de doces industrializados - você fica subnutrida e cansada. Crescemos num mundo em que a superfície da coisa é infinitamente mais importante do que a sua substância - e no qual a superfície da coisa precisa ser "perfeita", urbana, sofisticada, blasé, adulta. Eu diria que se você crescer tentando ser constantemente um adulto, um adulto de sucesso, você estará cansando de ser adulto quando atingir a maioridade."

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Iremos começar um novo processo no ano que vem.
Um estudo sobre 'Hamlet' e 'A Gaivota'.
E vamos tentar ter como foco questões sociais.

Eu coloco um texto aqui para todos nós.
São dois professores.
O de matemática e o de história.

Acho que tem um pouco a ver com o nosso novo processo.

"Foi servir-se de um café, voltou a sentar-se e, sossegadamente, estendeu o jornal em cima da mesa, disposto a inteirar-se do estado geral do mundo e do país. Depois de percorrer os títulos da primeira página e franzir o nariz a cada um deles, disse, Às vezes pergunto-me se a primeira culpa do desastre a que esse planeta chegou não terá sido nossa, disse, Nossa, de quem, minha, sua, perguntou Tertuliano Máximo Afonso, fazendo-se de interessado, mas confiando que a conversa, mesmo com um início tão afastado das suas preocupações, acabasse por levá-los ao âmago do caso, Imagine um cesto de laranjas, disse o outro, imagine que uma delas, lá no fundo, começa a apodrecer, imagine que, uma após outra, vão todas apodrecendo, quem é que poderá, nessa altura, pergunto eu, dizer aonde a podridão principiou, Essas laranjas a que está a referir-se são os países, ou são as pessoas, quis saber Tertuliano Máximo Afonso, Dentro de um país, são as pessoas, no mundo são os países, e como não há países nem pessoas, por elas é que o apodrecimento começa, inevitavelmente, E por que teríamos tido de ser nós, eu, você, os culpados, Alguém foi, Observo-lhe que não está a tornar em consideração o factor sociedade, A sociedade, meu querido amigo, tal como a humanidade, é uma abstração, Como a matemática, Muito mais que a matemática, ao pé delas a matemática é tão concreta quanto a madeira desta mesa, Que me diz, então, dos estudos sociais, Não é raro que os chamados estudos sociais sejam tudo menos estudos sobre pessoas, Livre-se de que ouçam os sociólogos, condena-lo-iam à morte cívica, pelo menos, Contentar-se com a música da orquestra em que se toca e com a parte que nela lhe coube tocar, é um erro muito espalhado, sobretudo entre os que não são músicos, Alguns terão mais responsabilidades que outros, você e eu, por exemplo, estamos relativamente inocentes, ao menos dos males piores, Esse costuma ser o discurso da boa consciência, Que o diga a boa consciência, não deixa por isso de ser verdade, O melhor caminho para uma desculpabilização universal é chegar à conclusão de que, por que toda a gente tem culpas, ninguém é culpado, Se calhar não há nada que possamos fazer, são os problemas do mundo, disse Tertuliano Máximo Afonso, como para rematar a conversação, mas o matemático rectificou, O mundo não tem mais problemas que os problemas das pessoas, e, tenho deixado cair esta sentença, meteu o nariz no jornal."


SARAMAGO, José - O homem Duplicado. São Paulo. Companhia das Letras, 2008.


Bruno Lourenço

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Comecei a escrever isso há um tempo atrás.
É bem maior e eu não sei o que é.
Mas me deu vontade de partilhar com vocês.

"Eu não conheço o nome daquela árvore e o único nome que eu sei foi um nome que eu inventei. As coisas mudam. As pessoas crescem. Encontros se fazem, desfazem, refazem e quando nosso olhar só encontra o seu reflexo nós vemos a necessidade de algum encontro com o novo.
Eu queria um gole de café, um fiapo de calça, uma colherada de açúcar... Não sei. Algo me faça ser humano. Nesse meu anseio, eu já juntei um monte de tranqueira e meus dentes estão cheios de cáries.

Tudo começou num momento que eu desacreditava ser o momento de um ‘encontro com o novo’, então fui pronto para andar só. Era algum feriado. A gente se usa de uma convenção pra ser feliz e se sentir amado. Tem gente que fala que as datas comemorativas são ‘jogadas de marketing’. Eu acho que é a forma que o ser humano encontrou de amar o próximo. Eu poderia fazer uma jogada de marketing beijando a minha mãe. E ao invés disso, demonstro meu amor comprando uma geladeira..."

Bruno Lourenço

sábado, 6 de dezembro de 2008

Lembranças do Refugo

Bia Barros postando. Estava arrumando minhas coisas e encontrei isto aqui, que escrevi na época do refugo, acho uma boa postar.

Hoje lembrei que meus pulmões são nas minhas costas, que estão atrás de mim, junto com a minha memória. E eu tenho mantido a respiração ofegante para não perder minhas imagens formadas naquele passado. Eu só respiro, só respiro, só respiro. A minha memória perece que carrega o verde, o marrom, o azul, o vermelho. E da minha voz e dos meus olhos só sai este vermelho, o vermelho que desce e escorre sobre minhas roupas, e cai no chão que já tá seco, com toda aquela terra que quando se junta com o vermelho daquele sangue não se sabe mais distinguir o que é terra e o que é sangue. É a mesma terra que cai sobre o laranja de uma lona e sobe, com a dança que fazemos com os nossos pés descalços, sobe pro céu e vai embora, vira ar, o ar que meus pulmões respiram.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Momento da divulgação: Mostra da Escola Livre de Teatro de Santo André

Saudações, amigos torneásticos! Venho por meio desta, divulgar a participação de alguns torneados na Mostra da Escola Livre de Teatro.

Para ficar mais claro:

O Fernando faz a Formação de ator.

O William é um dos diretores do Núcleo de direção (Mas também está em cena.)

A Éride e eu somos atrizes do Núcleo de direção (Fazemos cenas de três outros diretores)

Segue abaixo os dias e horários das apresentações de cada um:

Quinta (dia 4)
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
20:30 - Fernando (Questões sem necessidade de nome)

Sexta (dia 5)
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
19:00 - Mayra (Isso não é Rasga Coração)


Sábado (dia 6)
18:00 - Éride (Tapetes)
18:30 - Mayra (Isso não é Rasga Coração) e William (Dias de Campo Belo)*

Domingo (dia 7)
18:30 - Mayra (Isso não é Rasga Coração) e William (Dias de Campo Belo)

Segunda (dia 8) **
18:30 - William (Dias de Campo Belo)
19:00 - Mayra (Rasgão do Coração)***
19:30 - Mayra (Isso não é Rasga Coração)
20:00 - Éride (Tapetes)

* No sábado e domingo eu apresento ao mesmo tempo que o William.
** Na segunda tem apresentação de todas as cenas do Núcleo de direção e depois tem um debate com o núcleo
*** Ah, eu faço duas cenas. Uma delas só apresento na segunda.

Pra quem tiver vontade de assistir os quatro amiguinhos, sugiro que assista o William e o Fernando num dia e a Èride e eu em outro.

Aqui as informações sobre o que vamos fazer:

Questões sem necessidade de nome - Sufismo e HQ foram as provocações para a produção de cenas autorais, resultando em um exercício cênico, onde uma trajetória de cenas aborda temas como a opressão social e a individuação. Turma 12 do Núcleo de Formação do Ator. Orientação de Edgar Castro

Núcleo de direção - 9 cenas de Rasga Coração - Composto por nove coletivos e tendo como objeto provocador o texto Rasga Coração (1974) de Oduvaldo Vianna Filho, o Núcleo desenvolve um processo no qual o foco está na qualidade da relação entre diretor e atores, sem abrir mão da complexidade dos conflitos e questões abordados no texto de Vianinha. Orientação de Lubi Marques

Programação completa:

http://www.escolalivredeteatro.blogspot.com/

Serviço:

Escola Livre de Teatro/ Teatro Conchita de Moraes
Praça Rui Barbosa, s/n – Santa Terezinha (Próximo a estação prefeito saladino)
Fone: 49962164 – e-mail: escolalivre@ig.com.br



Mayra

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Sobre o processo, o petróleo, o teatro e o social.

E qual é a relação de tudo isso?
Vamos lá...


30 de Novembro de 2008
Vestibular da PUC-SP

O Processo Seletivo
“...produza um texto que considere:
1.A presença do petróleo na vida social, na tecnologia e na economia do século XX e no início do século XXI;
2.As relações entre consumidores e produtores e os conflitos associados à disputa por essa fonte de energia;
3.As perspectivas futuras dessa matriz energética e o risco (ou não) de seu esgotamento rápido.”

O Petróleo
Guerra santa? Santa ignorância! Nossa sociedade atual de sustenta na falta de sustentabilidade social naquilo que mais necessita. Por conta de possíveis recursos naturais para uma energia não renovável, homens entram em guerras e esquecem que aos poucos estão extinguindo sua própria espécie.
Estamos todos cientes de que a preservação do que é nosso deve existir, mas parece que estamos cada vez mais conformados também. É bem mais cômodo pegar um carro, dirigir até o posto e reabastecer de gasolina, o difícil é ter uma vida saudável e ir trabalhar de bicicleta.
O ser humano só toma uma atitude quando a realidade o afeta diretamente e errar sempre será humano. Se hoje, tempo em que ainda temos reservas de petróleo, existem guerras para saber a quem estas pertencem, não quero nem pensar no que acontecerá quando essas fontes se esgotarem, como Rita Lee já dizia "tá cada vez mais down!".

O Teatro

Ele é pequeno mas torneado! ;)

O Social
Eu não cobro...Hehehe.

Minha primeira vez, no blog e na PUC!
O Teatro e a área Social, ontem, hoje e sempre casados, na busca de uma segurança e equilíbrio para a reeducação e conscientização daquele que se diz racional. O Social é o sonho, Teatro a ponte e a satisfação que liga e estimula Rafaela ao Social.

Ah... O processo seletivo só serve pra você ganhar um papelzinho depois de alguns anos, papel esse que você mostra pros donos das reservas petrolíferas.


Abraço Grátis pra vocês,
Rafaela Rocha