sábado, 7 de abril de 2012


O GIRADOR
Pequeno Teatro de Torneado

Festival de Teatro de Curitiba 2012 - Mostra Fringe


TEUNI – Teatro experimental da UFPR
(05/04 – 18h), (06/04 – 21h),
(07/04 – 12h), (08/04 – 15h)


SINOPSE

A história se passa numa seção de “achados e perdidos”. Perpétuo e Armena são um casal de artistas que fogem do circo, cansados de viver em busca de coisas perdidas. Ao decidirem abandonar tudo o que possuem, eles tomam uma decisão curiosa: escolhem jamais amar algo que também pudesse abandoná-los. A história é contada pelas filhas do casal, que tiveram o amor dos pais negligenciado durante toda a vida. As memórias das personagens conduzem a história e as vezes servem para estarrecer, assombrar, divertir ou até mesmo consolar o público que compartilha suas perdas.

SOBRE O PROCESSO

“O Girador” é o mais recente trabalho do coletivo Pequeno Teatro de Torneado. Com dramaturgia e direção de William Costa Lima e a colaboração dos atores criadores Beatriz Barros e Bruno Lourenço. O espetáculo fala sobre a presença e a interferência do tempo nas relações humanas e sua influência na formação e transformação das diversas memórias. E fará a sua pré-estréia na mostra FRINGE do Festival de Teatro de Curitiba 2012.

O espetáculo é o resultado de um ano e três meses de pesquisa sobre desorganização, memórias e perdas. O resultado foi um espetáculo criado de maneira coletiva que convida o público a compartilhar as suas perdas.

RELEASE

A história se passa numa seção de “achados e perdidos”. Perpétuo e Armena são um casal de artistas que fogem do circo, cansados de viver em busca de coisas perdidas. Ao decidirem abandonar tudo o que possuem, eles tomam uma decisão curiosa: escolhem jamais amar algo que também pudesse abandoná-los. A partir daí, a história encontra seu tempo e seu espaço. Durante a fuga do circo, eles se deparam com um homem que está se desfazendo de sua casa e de seus objetos pessoais. Ao encontrar o casal, o homem prestes a atear fogo em seu próprio corpo decide abrir mão dos seus pertences em troca do fusca que guiava a fuga dos dois.

Nesse novo lugar, Perpétuo e Armena decidem parar de fugir e constroem uma casa e um parque. Os dois começam um árduo trabalho para transformar aquele espaço privado num lugar aberto a todos. Com o passar do tempo, a quantidade de pessoas fazia com que muitos objetos fossem deixados no parque. Perpétuo, então, faz uma separação entre os objetos achados e os objetos perdidos.  Ele começa a juntar os objetos achados no parque para poder  vendê-los. Enquanto envelhece, vai perdendo a sua visão e os objetos começam a se acumular e começam a ganhar o espaço que as relações humanas deixaram de ter na vida do casal e de tudo aquilo que os rodeia. Falar sobre objetos significa falar sobre memória, mas também sobre poder e posse. ]\


A história é contada pelas filhas do casal. Filhas que tiveram o amor dos pais negligenciado durante a vida inteira. Existe uma estreita relação entre os objetos perdidos e as memórias das personagens que as vezes servem para estarrecer, assombrar, divertir ou até mesmo consolar aqueles que compartilham dessas histórias.

SOBRE O GRUPO

O Pequeno Teatro de Torneado é um coletivo de jovens artistas-criadores, coordenado pelo diretor e dramaturgo William Costa Lima. Surgido de um projeto de pesquisa, o grupo tem em seu currículo os espetáculos “Menina de Louça”(2006) e “Primavera”(2008). A estes se juntam “Refugo” e “Dias de Campo Belo”(2009).   


FICHA TÉCNICA

Dramaturgia final e direção:
William Costa Lima

Atores dramaturgos:
Beatriz Barros e Bruno Lourenço

Músicas
O grupo

Direção Musical:
Bruno Lourenço

Cenário, iluminação e figurinos:
William Costa Lima

Assistente de produção e operação de som:
Águida Carolina

Fotos:
Íris Ueda e Bruno Marchetti

Realização:
O Pequeno Teatro de Torneado

Sede da Cia:
Teatro Lavanderia
Av: Miguel Stéfano 1000 - Saúde
São Paulo – SP

www.torneado.blogspot.com
teatrodetorneado@gmail.com
Contato: (011) 8634-2385


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